A EVOLUÇÃO DO AQUECIMENTO GLOBAL
Como e por que as mudanças climáticas ganharam força com
o desenvolvimento da humanidade.
Entre os anos 1800 a 1870 o nível do dióxido de carbono
(CO2) na atmosfera estava em cerca de 290 ppm (partes por
milhão). A temperatura global média era de 13,6 graus
centígrados. Surge então a primeira Revolução Industrial. O
carvão, os desmatamentos e as ferrovias aceleram a emissão de
gases-estufa. Os avanços na agricultura e no saneamento
favoreceram o aumento da população mundial. Estava ligada a bomba
para destruir a natureza e tornar nosso planeta
inabitável.
Em 1859 o cientista inglês John Tyndall alerta que as
alterações na concentração de gases poderiam levar a mudanças no
clima. Ninguém deu importância e ele foi
esquecido.
Entre 1870 e 1910 aconteceu a Segunda Revolução
Industrial. Fertilizantes e outros produtos químicos,
eletricidade e saúde pública estimulam ainda mais o crescimento da
população global. Começava então a desenfreada procriação humana
que nos levaria à atual superpopulação mundial.
Em 1896 o físico sueco Svante Arrhenius divulga o
primeiro cálculo do aquecimento global a partir das emissões
humanas de CO2
Entre 1920 e 1925 começam as aberturas de poços de
petróleo no Texas e no Golfo Pérsico, inaugurando a era da
energia barata. Todos comemoraram sem saber que estavam apenas
acendendo o estopim para explodir a Mãe Terra. Naquela época
Gaia ainda vivia com saúde.
Em 1938 o meteorologista inglês Guy Callendar afirma que
o aquecimento global motivado pelo efeito estufa ligado à atividade
humana está a caminho. Ninguém deu importância.
Em 1957 o oceanógrafo americano Roger Revelle descobre
que o CO2 produzido pelos humanos não seria prontamente absorvido
pelos oceanos como se imaginava.
Em 1960 o oceanógrafo americano Charles Keeling
detecta uma elevação anual do níveis de CO2. O índice de
então era de 315 ppm - 25 ppm a mais do que havia em
meados do século 19. Enquanto isso a temperatura média do
planeta estava em 13,9 graus centígrados. Portanto já iniciava sua
trajetória de subida.
Em 1963 estudos sugerem que a reação com o vapor
d'água poderia tornar o clima muito mais sensível a mudanças do
nível de CO2.
Em 1967 o meteorologista japonês Syukuro Manabe e seu
colega americano Richard Wetherald mostram que o dobro de CO2 na
atmosfera elevaria em 2 graus centígrados a temperatura mundial.
Mais uma vez ignoramos o alerta e continuamos aquecendo nosso
planeta.
Em 1970 começa o movimento ambientalista "Primeiro
Dia da Terra" que dissemina a preocupação com a degradação global.
O volume de aerossois na atmosfera cresce com muita
rapidêz.
Em 1975 alertas sobre os efeitos ambientais dos
aviões levam a pesquisas sobre os gases presentes na estratosfera,
que revelam os riscos para a camada de ozônio.
Em 1976 pesquisas indicam que gases CFC
(clorofluorcarbono), metano e ozônio teriam papel
importante no efeito estufa. Fomos alertados que os desmatamentos e
outras alterações em ecossistemas são considerados fatores
importantes no futuro do clima. Portanto não foi por falta de
pesquisa e aviso. Mais uma vez ignoramos e continuamos nossa
destruição ininterrupta.
Em 1979 com a segunda crise do petróleo, o movimento
ambientalista incentiva o uso de energia de fontes renováveis e
desestimula a energia nuclear.
Em 1981 a chegada de Ronald Reagan à Presidência
dos EUA provoca reação dos ambientalistas e associa o
conservadorismo político ao ceticismo sobre o aquecimento
global.
Em 1985 amostras de gelo da Antártica revelam que
o CO2 e a temperatura subiram e caíram simultaneamente nas eras
glaciais, indicando poderosas reações biológicas e geoquímicas.
Isso quer dizer que poderemos ter uma nova era do gelo, como foi
mostrado no filme "Um Dia Depois de Amanhã".
Em 1988 em Toronto (Canadá) a Conferência concluiu
pela fixação de limites na emissão de gases-estufa. A ONU cria o
Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC na sigla em
inglês).
Em 1990 é emitido o primeiro relatório do IPCC afirmando
que a Terra está ficando mais quente e que um futuro aquecimento
parece provável.
Em 1992 , no Rio de janeiro, aconteceu a Eco-92 que leva
à criação da Convenção-Quadro das nações Unidas sobre Mudança do
Clima. Os EUA se mostram refratários a ações concretas na área
.
Em 1993 estudos de amostras de gelo da Groenlândia
indicam que grandes mudanças climáticas - pelo menos em escala
regional - podem ocorrer em um intervalo de apenas dez
anos. Passados apenas 19 anos já estamos sentido as
conseqüências com as tragédias climáticas que tem ocorrido em
várias partes do mundo.
Em 1997 uma conferência internacional dá origem ao
Protocólo de Kyoto, que fixa metas de redução das emissões de
gases-estufa.
Em 1998 um fenômeno, conhecido como El Niño, de grande
intensidade, provoca assustadores desastres climáticos e o ano
mais quente já registrado até então - somente
comparável aos posteriores de 2005 e 2007.
Em 2001 é emitido o terceiro relatório do IPCC
ressaltando que o aquecimento global, sem precedentes desde o
fim da última ERA DO GELO, é "muito provável". Diante disso, a
maior parte da comunidade científica entra em consenso sobre o
assunto. As bacias oceânicas registram aquecimento associado ao
efeito estufa.
Em 2003 vários estudos indicam que o colapso das camadas
de gelo sobre a Groenlândia e a Antártica Ocidental pode elevar o
nível dos msres mais do que se imaginava. Esse derretimento total
da calota de gelo poderá elevar o nível do mar em 7
metros.
Em 2005 o Protocolo de Kyoto converte-se em tratado
e entra em vigor, com adesão da Rússia. Empresas e governos
do Japão e da União Européia esforçam-se para reduzir emissões . O
furacão Katrina e outras grandes tempestades tropicais estimulam o
debate sobre o impacto das mudanças climáticas.
Em 2007 é emitido o quarto relatório do IPCC assegurando
que os efeitos do aquecimento global são visíveis e que o custo de
reduzir as emissões seria bem menor do que as despesas que elas
causarão. As camadas de gelo sobre a Antártica , a Groenlândia e o
Ártico encolhem mais rapidamente do que se esperava.
Em 2009 vários especialistas afirmam que o aquecimento
global está em rítmo mais acelerado e perigoso do que se imaginava
alguns anos atrás. O nível de CO2 na atmosfera chega a 385 ppm -
portanto 95 ppm a mais, desde que o índice começou a ser medido.
Quanto à temperatura global (média de cinco anos) é de 14,5 graus
centígrados, a mais alta em séculos.
Pela ganância desmedida, estamos destruindo a nossa
morada, Mãe Terra. Nos últimos séculos procriamos mais que coelhos
sem predadores.
Diariamente ouvimos materias nos jornais envaidecendo o
crescimento dos países. Querem o crescimento a qualquer preço e
justificam tudo dizendo que é necessário gerar mais emprego para os
jovens que chegam ao mercado de trabalho. O homem evoluiu, mas não
encontrou seu próprio limite. Nada satisfaz sua ambição. Quanto
mais empregos são gerados, maior é a concentração de renda na mão
de poucos.
"De quanta terra precisa o homem? A pergunta é o
título de um conto de Leon Tolstoi. Nele, um sujeito faz
pacto com o diabo. Receberá toda a terra que conseguir percorrer a
pé, durante um dia, do nascer ao pôr do sol. O homem atravessa as
horas sem descanso. Quando o sol já se aproxima do horizonte, não
se dá por satisfeito. Corre. Falta-lhe fôlego, mas ele não para.
Quer ainda possuir aquele vale, aquele bosque. Quando cai morto de
fadiga. O conto explica de quanta terra precisa um homem: se
ele não tem consciência de limites, apenas um par de metros lhe
bastam. Uma cova não requer mais do que isso. "
Fico imaginando como será a vida de nossas crianças. Dor
e sofrimento com desastres climáticos para os quais eles
não contribuiram por vontade própria. Se você é uma pessoa
consciênte PARE DE PROCRIAR. A superpopulação mundial é a raiz de
todos os nossos problemas.
Nicéas Romeo Zanchett AGORA ASSISTA O VIDEO
KLICANDO NO LINK ABAIXO E ENTENDERÁ O MAL QUE ESTAMOS FAZENDO AO
NOSSO PLANETA, A NOS MESMOS E, PRINCIPALMENTE, AOS NOSSOS
DESCENDENTES. >
http://www.unichem.com.br/video.php?id_video=16
SAIBA MAIS SOBRE A
SUPERPOPULAÇÃO > http://superpolupacao.spaceblog.com.br